A SALVAÇÃO DO FITNESS É PENSAR MELHOR!

Atualizado: 14 de mai.

“Para quê a filosofia no fitness e exercício?”, perguntam-me algumas vezes, com a admiração de quem desaprova – hoje escrevo sobre isto!


Com a enorme crise que o mercado do fitness vive, urge, mais que nunca, a melhoria da qualidade técnica dos profissionais. Seja o profissional formado por via académica, ou pela via técnica (licenciatura e TEEF, respetivamente) – nem é isso que chega a estar em causa – a sensibilidade do consumidor, numa época de medo do contágio viral e de grande preocupação com os gastos financeiros (época esta que vai durar), não deixará escapar (cada vez menos) a má qualidade.


O cliente do futuro (próximo), a meu ver, será um cliente que até poderá querer pagar, afinal, a disseminação global da prática de exercício físico que a quarentena por COVID-19 obrigou a fazer por via virtual (redes sociais, websites, etc.) fez ver ao mundo inteiro o quão inequívoca é a relação entre exercício e saúde. Mas, que não se faça confusão: esta disseminação massiva nivelou os preços de todo o mercado por baixo, por dois simples motivos: 1) as dificuldades económicas dos profissionais obrigaram a uma baixa dos preços; e 2) as dificuldades económicas dos praticantes obrigaram a uma baixa dos preços. Ou seja, os dois fatores envolvidos no binómio de consumo de fitness (profissional e praticante) estão, mesmo que não queiram, a nivelar os preços por baixo.