Fitness: do Problema à Solução

Sobre a qualificação da experiência de treino como marco da mudança que se espera ...


Nos últimos tempos tenho escrito e publicado muito acerca do estado atual do sector do Fitness. Num primeiro artigo (O Fitness 2.0 Foi um Downgrade) fiz uma critica à forma como o sector vive alheado do seu real problema, onde critiquei também a forma como muitos dos líderes de opinião varrem a poeira para debaixo do tapete - e há quem diga que sou muito pessimista nesta matéria, mas não sei quem é mais pessimista: se eu, que luto por uma mudança; se "uns outros" que querem que isto continue na mesma! Depois, num outro artigo (O Personal Trainer Não Tem de Vender), apontei uma causa escondida – e que foi colocada a descoberto com a crise – para a dificuldade que o Fitness sempre teve (e tem ainda) em captar/reter clientes, apesar de vender (supostamente) saúde – o que é um facto antagónico e extremamente incomodativo (pelo menos, para quem realmente gosta de trabalhar nesta área). Neste último artigo esclareci que é possível os profissionais de Fitness serem procurados, fomentarem uma compra espontânea por parte do cliente, em vez de se pressionarem constante e permanentemente à venda direta, emocional e agressiva que tantas vezes ocorre por esses ginásios fora. Esclareci que isto só ocorrerá se o profissional de Fitness conseguir ter uma imagem social autoritária no que toca a assuntos relacionados com o exercício físico, e que tal autoridade só se alcança com um conhecimento teórico-prático que seja entregue sob forma de um serviço que proporcione uma experiência de treino positiva para o cliente – e talvez agora muito